Porém, hoje, a comemoração é parcial, pois não temos, mas,
aquela que foi o principio de nossas vidas. JANETE SCHREDERHOF, essa que nunca
criou inimizades, pois era uma pessoa ativa, dinâmica e guerreira diante dos
obstáculos da vida árdua que labutou todo o tempo em que viveu no mundo.
Plantou sementes por onde passou, fazendo amizades, sem nenhuma distinção.
Mas, a morte é cruel, pois arranca de nós pessoas que
amamos, porém, que jamais se apagará de nossos corações. E leva sabe-se lá para
onde? E diante disso, dessa dor irreparável, não deveríamos nós seres mortais
sermos mais humanos? Praticar a solidariedade, a cumplicidade, preservar a
família, dando uma base aos nossos filhos, pois é por meio deles que damos
continuidade a vida e seremos eternos?
Eu implorei para minha mãe parar de fumar, mas o vício foi
mais forte que ela e assim igual a sua fraqueza diante do terror que é o vicio,
quantas pessoas se acabam em leitos de hospitais sem volta e a doença se
instala irreversivelmente, onde deixa muita dor no ciclo famílias e aonde só
quem ganha com isso são os fabricantes das indústrias e os governantes ao
subtraírem os gordos lucros e impostos.
Quando morre uma pessoa, flores, vela, urna, documentação,
abrir uma gaveta do tumulo, etc. tudo isso é arrecadado imposto. E quem perde é
apenas a família, pois a dor jamais cessará dos corações...
